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O Doutrinador

Indignação, Revolta, Saco cheio... chame do que quiser.

Foi o sentimento que moveu o designer gráfico carioca Luciano Cunha, ao vociferar o sentimento geral da nação concebendo O Doutrinador em 2008. Cinco anos depois, ele abraçou o lema punk "faça você mesmo!" e decidiu lançar nas redes sociais a obra que várias editoras tiveram medo de publicar.

O Doutrinador original é simplesmente o maior soldado produzido neste “país sem guerras”. Esse anti-herói genuinamente brasileiro escolheu combater a roubalheira da elite política de uma forma radical: aniquilando os mau políticos, caçando corruptos de todas as matizes ideológicas. Não são só governantes ou criminosos de colarinho branco. O Doutrinador vai onde é preciso, onde quer que alguém esteja agindo para que a corrupção, a mediocridade e o "jeitinho" continue a manter o país atolado em sua desigualdade inaceitável.

O sucesso da primeira aventura, que foi sendo publicada semanalmente no Facebook, surfou a onda das manifestações que tomaram o país em junho de 2013 e se confirmou com uma edição impressa, chamada simplesmente O Doutrinador, publicada de forma independente pelo autor, esgotada em 2014. Mas não terminou aí. Seguiu-se mais uma história arrebatadora, intitulada Dark Web, escrita em parceria com o genial músico e ativista carioca Marcelo Yuka.

O Doutrinador está de volta

Em 2015, a Editora Redbox publicou Dark Web e reimprimiu O Doutrinador. Desde então, o autor vem trabalhando na terceira história, Zonas Autômonas, produzindo de forma gradual, pois tem se desdobrado escrevendo novos caminhos para o personagem.



O Doutrinador ganha um novo espaço

A viralização da obra, que já conta com quase 50 mil curtidas no Facebook e dezenas de matérias na mídia brasileira e internacional, fez com que o Doutrinador ganhasse novas mídias e alçasse voos inesperados para uma hq brazuca: o autor negociou os direitos com as produtoras DownTown Filmes e Paris Filmes para uma adaptação em longa metragem e série live action do anti-herói, a ser lançada em 2018.

Quem poderá detê-lo?

Luciano Cunha deu vida a um exímio atirador, mestre em artes marciais, perito em explosivos, uma máquina de matar completa que tem um propósito, um milagre a conceber. E o povo brasileiro finalmente tem seu vingador.

Luciano Cunha

Luciano Cunha é carioca, casado com a historiadora Luiza Dias, com quem tem um casal de filhos: Maria Flor e Miguel. É um velho nerd convicto: ama gibis antigos, séries, colecionáveis, cards, músicas dos anos 80. E vendeu sua alma ao rock n´roll: difícil confrontar-lhe a memória e o gosto por alguma banda pesada que ele não conheça, goste e tenha consumido nas últimas décadas. Sempre com uma cerveja ao lado para curtir essas guitarras distorcidas.

O traço da revolta contra a corrupção enraizada no sistema político brasileiro.

Numa era de desconfiança política, personagem entrega um futuro
ainda mais sombrio aos brasileiros.

Perfeito anti-herói do Brasil contemporâneo.

Assim como Guy Fawkes, candidato a símbolo de todas as revoltas.

O Cavaleiro das Trevas versão tupiniquim.

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